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Vida ativa após a aposentadoria

Vida ativa após a aposentadoria

De acordo com a pesquisa divulgada pelo CNDL e SPC Brasil, 21% dos aposentados voltam a trabalhar. Falta de planejamento previdenciário e financeiro na juventude e problemas sociais são os principais motivos para o retorno ao mercado de trabalho

Apesar de estar vivendo mais, a população brasileira não está se preparando para tal realidade. A prova disso é que boa parte dos aposentados retornam à ativa para manter o padrão básico de vida. Foi o que constatou a pesquisa da Câmara Nacional dos Dirigentes Lojistas – CNDL em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito – SPC, que mostra nove em cada dez aposentados contribuindo com o orçamento familiar, sendo, muitas vezes, o principal responsável pelo sustento da casa.

A pesquisa revela ainda a falta de conscientização da população em planejar o futuro. Muitos dos entrevistados admitem nunca terem guardado dinheiro exclusivamente para esta fase da vida e que os ganhos com a aposentadoria não são suficientes para manter o padrão de vida desejado.

INSS

Boa parte da população ainda utiliza o benefício recebido pelo INSS como a principal fonte de renda para o futuro. Cerca de 47% dos que responderam à pesquisa, dizem que se prepara – ou se prepararam – para a aposentadoria somente contribuindo para o INSS. Os que realizam – ou realizaram – algum tipo de investimento, representam 34%, número que sobe para 43% entre os homens e 49% nas classes A e B. Apenas 9% dos entrevistados dizem ter uma previdência complementar fechada.

Planejar a aposentadoria pensando apenas na renda que virá com o INSS é bastante arriscado. Primeiro em função do valor do teto da previdência social, que atualmente está em R$ 5.645,80 e é recebido por apenas 0,2% da população. Se compararmos com o mínimo, que é de R$ 954,00 é possível observar uma incrível diferença de R$ 4.691,80 (mais detalhes sobre o teto do INSS). Segundo porque, geralmente, o valor médio do benefício recebido não é suficiente nem para cobrir as despesas básicas de uma casa, ainda mais as que não estavam previstas, como remédios e plano de saúde, por exemplo.

Ainda temos que lembrar que as regras da previdência social podem mudar a qualquer momento, gerando grande incerteza aos futuros aposentados. Ou seja, o INSS não é, nem de longe, o melhor planejamento para a aposentadoria. O ideal é poupar desde cedo, fazer um plano de previdência privada para complementar sua aposentadoria ou fazer algum outro tipo de reserva.

E, se for pra voltar ao mercado de trabalho, que seja pelo prazer de conquistar novos desafios e não por necessidade!

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4 Comentários sobre “Vida ativa após a aposentadoria

  1. Bom Dia equipe do BB Previdência!!!!! Gostaria de saber como fica o SARAHPREV depois de estar aposentado pelo INSS, e ainda trabalhando ou seja preciso cumprir a carência que é de 20 anos.

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    1. Oi Maria! As condições para requerer a aposentadoria normal do seu plano são:
      -Ter, no mínimo, 60 anos de idade;
      -Ter cumprido a carência de 240 contribuições mensais para o plano;
      -Ter encerrado o vínculo de emprego com a Patrocinadora (APS).

      Vou te mandar um e-mail, ok? Um abraço e até mais 😉

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    1. Oi Nilda, tudo bem?
      Sua empresa oferece previdência complementar fechada aos funcionários? Se sim, basta ir ao RH e solicitar uma Ficha de Inscrição. Caso você não tenha vínculo com uma empresa Patrocinadora (ou com algum Instituidor), você terá que procurar uma agência bancária (se quiser contratar uma previdência complementar aberta – que não é o nosso negócio), e lá buscar um plano que melhor atenda ao que você busca para a sua aposentadoria.

      Um abraço e boa sorte!

      2+

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